segunda-feira, 25 de abril de 2016
Divagações para o futuro.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Desabafo de uma mãe de menino
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Porque não???
Sempre fui anarquista, questionadora, inconformada. Desde pequenina, mesmo!!! Já dava trabalho para as professoras e para meus pais com vários porque não.
Hoje, já adulta com 40tinha e dois filhos me vejo encurralada pelo meu jeito de ser.
Minha história começa comigo me defendendo do direito de ter nascido estrábica (oi???), batia em todos os meninos que me enchiam o saco por uma coisa que eu sabia que eu era, as meninas viviam no mundinho rosa e chato delas, depois fiquei adolescente e continuei me defendendo e causando confusão na mente dos meninos que se sentiam atraídos, mas me renegavam, pq eu era uma coisa que eles não conseguiam explicar e pior eu sempre me amei assim, coisa que causava mais confusão ainda na cabeça de todo mundo, por mais que tentassem me desconstruir.
Na faculdade também causei, principalmente com professores que achavam que eram o máximo e eu o mínimo, conseguia tirar notas excelentes até que um tentou me bombar por falta, mas felizmente tinha provas que ele me deu falta bem num dia que ele mesmo faltou!
No trabalho, fui mandada embora por insoburdinação, isso pq minha chefe não conseguia ouvir sobre os planos que ela me perguntava se iriam dar certo e respondia que era melhor mudar o foco (Se não quer ouvir a opinião, não pergunte!!!).
Hoje minha profissão é ser mãe, sim, com muito orgulho, mas parece que ser só isso não é o suficiente para a sociedade. E o que eu já desconfiava é pura realidade.
Só uma observação, tentei ser empresária, mas no nosso país isso é quase uma atividade para mártir e acho que não nasci pra isso, só acho.
Eu penso que criar pessoas para este é mundo uma tremenda responsabilidade, afinal é o futuro do mundo.
Vamos ao que interessa afinal, novamente digo, hoje meu trabalho é ser mãe, sim e é muito trabalho, gerenciar a vida de pessoas que ainda não possuem informação e experiencias o suficiente para tomar suas próprias decisões é punk, é uma puta bucha, mais difícil que qualquer emprego que você possa imaginar, por que além da formação das pessoinhas envolvidas, envolve sentimentos e relações.
Pois então, estou numa relação de divórcio com escola dos meus filhos, que até 1 ano atrás para mim era perfeita, mas por vários motivos está me decepcionando e como meu trabalho e responsável que sou, estou procurando outras opções. O problema é que eu descobri o mundo cruel das mães, que te julgam e te rotulam por não pensar igual a elas, então chego a conclusão do início da minha vida, eu questiono e tiro as pessoas da zona de conforto, coloco cinza no mundinho rosa, como toda boa sagitariana, enxergo a vida crua como ela é.
Infelizmente chego a conclusão, mais uma vez, que rotular é a opção mais simples e aniquiladora que as pessoas enxergam para não pensar fora do quadrado. Ninguém tem empatia o suficiente para tentar enxergar um ponto de vista de diferente e começar uma discussão saudável para melhorar a vida de todos.
Ou seja, descobri que meu rótulo da vez, como já imaginava é........essa aí precisa arrumar um trabalho para parar de questionar o sistema perfeito da escola perfeita que eu escolhi. Se ela trabalhasse não teria tempo para ficar perturbando as professoras e coordenadoras.
NÃÃÃÃOOOO!!! Eu ia perturbar do mesmo jeito, talvez teria menos tempo de ser tão detalhista, mas a questão é que se eu pago por um serviço, quero ele entregue integral. A questão é, a escola é a formação dos conhecimentos inúteis do meu filho e custam caro pra caraí!!! A questão é, a escola não é perfeita, ou eu que mudei, mas no final não serve mais pra mim e eu questiono, como ensino aos meus meninos que temos que sempre que perguntar se estamos em dúvida da veracidade dos fatos.
Enfim, infelizmente descobri que as mulheres não conseguem ser solidárias umas com as outras, principalmente quando desconstruímos seu mundinho rosa e plantamos dúvidas nas suas cabeças e metas de Doriana. Infelizmente nunca conseguiremos um respeito uniforme da sociedade, pq não conseguimos respeitar as diferenças dentro do nosso próprio gênero. Aliás acho uma bobagem esse negócio de gênero, gosto de seres humanos.
Por que não podemos dar nossa opinião? Por que não podemos ser comos somos? Por que não respeitam nossa personalidade? Cadê as pessoas que gostam das outras de graça? Eu gosto de várias pessoas completamente diferentes de mim, totalmente de graça....
Concluindo, como disse uma amiga há pouco, estou estigmatizada e no mundo dos adultos o que conta são seus egos.
E num mundo de certos e errados não existe discussão para um caminho do meio........
Como é solitário ser Bandeirante e abrir as picadas!
sexta-feira, 27 de março de 2015
Os meus, os seus, os nossos.....
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Animal não é presente de Natal
sábado, 25 de outubro de 2014
Existe casamento após os filhos?
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Nova infância X Velha infância
Toda vez que me deparo com aquelas imagens prontas no Face comparando a infância de antigamente com a de hoje fico um pouco chateada.
Como que alguém que tem filhos pode considerar que teve uma infância muito mais feliz que a do próprio filho? Tem alguma coisa errada aí!!!
Esses comparativos mostram que a nossa geração brincou na rua, pulou corda, sumia de bicicleta pelo bairro e por aí vai. Em contra partida, mostram que as crianças de hoje ficam só dentro de casa com alguma coisa eletrônica na mão.
Agora vou explicar o que há de errado. Realmente a nossa infância tínhamos mais acesso as brincadeiras de rua, aos amigos do bairro, as mães tinham que buscar a gente a noitinha na rua e interromper alguma conversa que estava rolando na rodinha dos amigos, para ir jantar e dormir.
Mas dai você dizer que as crianças de hoje são menos crianças, mais nerds e uma porção de rótulos inúteis é muita pretensão. O que qualifica uma infância feliz? O tipo da brincadeira? O tempo de risadas?
Bom, como uma simples mortal, acho que a infância hoje é tão rica quanto a nossa. Se você quer que seu filho tenha lembranças parecidas com as suas então proporcione isso. Não dê um celular pra ela aos 6, ou aos 7, nem ao menos aos 10 anos de idade. Leve a parques, incentive brincadeiras outdoor.
Por exemplo, eu é meu marido sempre gostamos de morar em casa e achamos Curitiba suficientemente segura para morar em uma casa de bairro e ainda encontramos uma numa rua sem saída, perfeito, a turma anda de bicicleta na rua e outro dia mesmo quando chegamos da escola tinha uma turma jogando queimada na frente de casa, claro que o Chicão nem entrou.
Claro que fiquei preocupada, mas relaxei, afinal eu o via da minha janela e pensei quantos malucos que eu conheci no meu bairro que minha mãe nem sonha!
A turminha de hoje é fantástica! Eles tem um vocabulário muito mais rico, gostam de ler, comem bem e corretamente, têm uma consciência ecológica e de cidadania invejável, preconceito por qualquer motivo é algo babaca e incompreensível. E a nossa geração? Vai dizer que aos seis anos tínhamos a consciência da importância do ecossistema da amazônico e ao mesmo tempo fazer coleção de caixinha de chicletes Adams? Eles são admiráveis!!! Porque não participar com eles desse novo mundo a ser construído?
Acho os adultos de hoje um pouco pretensiosos ou prepotentes em dizer que a infância deles que foi a verdadeira, que hoje a turminha fica só na frente do vídeo game. De novo, proporcione ao seu filho o que deseja para ele. Aqui temos vídeo game, mas os meninos respeitam os combinados e os limites de tempo
O respeito com a infância começa ao se respeitar o tempo dela, as possibilidades dela e claro participar dela.
Mãos a obra e vamos extinguir o tal conflito de gerações!!!!
OBSERVAÇÃO: as crianças de casa além de ralar o joelho ainda podem jogar vídeo game! Não é fantástico somar?





